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Por amor a nossa Pátria Brasil

 Por amor a nossa Pátria Brasil Essa semana comemoramos duas datas importantes para a nossa pátria. A mudança do regime de monarquia para república (liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós) e o dia da bandeira (salve lindo pendão da esperança, salve símbolo augusto da paz).  Hoje temos uma república que não é pública em sua plenitude. Se assim fosse, não veríamos tanto assédio em empresas e instituições e perseguições políticas como a mudança de servidores de escolas pelos simples fatos de o servidor ser dirigente sindical e o medo que há em nosso meio das pessoas se  manifestarem a sua opção política, principalmente em municípios pequenos. Nos últimos quatro anos, assistimos passivamente ou não, a nossa frágil democracia ser ameaçada pela extrema direita que dirige nosso país. Convivemos com o arbítrio, com o fantasma da ruptura democrática, com o negacionismo que causou mortes, com a perca de direitos da classe trabalhadora e o empobrecimento de parte significativa...

Sobre os atos antidemocráticos

  Sobre os atos antidemocráticos   Após a confirmação do resultado das eleições presidenciais, com Lula eleito presidente, assistimos uma série de manifestações antidemocráticas em todo Brasil, como fechamento de BRs e atos em frente aos quartéis das forças armadas.   Os manifestantes não lutam pela ampliação de direitos e melhores condições de vida para o povo brasileiro, como por exemplo, emprego e melhoria da renda das famílias, principalmente as mais pobres. Pelo contrário, querem a volta da ditadura com o presidente à frente de um regime totalitário.   A ação extremada que praticam, pode ser caracterizada como atos de terrorismo estocástico, ou seja, o líder estimula (por ação ou omissão) que seus seguidores a pratiquem.   Enquanto as pessoas passavam dias fechando as estradas e indo para a frente dos quartéis, o candidato derrotado negociava com o PL uma mesada (não precisa, pois é aposentado), uma casa para morar em Brasília e honorários dos advog...

Sobre o trabalho em sala de aula e a não doutrinação dos estudantes.

  Sobre o trabalho em sala de aula e a não doutrinação dos estudantes. Este ano (22) é um ano eleitoral, algumas pessoas costumam dizer: é um ano político. A política faz parte do nosso dia a dia. Nesse momento que você lê esse texto, um número incomensurável de decisões políticas estão sendo tomadas, no nosso cotidiano e na esfera pública, no município, no estado, no país e no mundo. Porém há anos que também são eleitorais. É salutar que todos os temas importantes da sociedade sejam discutidos em sala de aula. A questão é sabermos separar as nossas convicções pessoais do papel que devemos ter enquanto educadores. Não há isenção absoluta. Nenhum de nós somos isentos, mesmos os que postulam ter essa pretensa neutralidade, não têm. Pelo contrário, possuem lado e lado bem definido. O nosso dever é proporcionar condições para que a/o discente faça a própria interpretação da realidade e decida como deve intervir na mesma. Assim, a leitura, a busca de informações fora das bolh...

Sobre o voto branco e nulo e a campanha de não reeleger ninguém.

  Sobrália, 07 de janeiro de 2 018   Opinião.   Sobre o voto branco e nulo e a campanha de não reeleger ninguém.   Cresce entre nós (trabalhadores em educação) a defesa do voto branco ou nulo. Essa atitude é totalmente ineficaz em relação aos objetivos que propagam para essa   atitude. *Mais de cinquenta por cento dos votos nulos ou branco, ou mesmo de abstenção em massa   não anulam uma eleição*.   É óbvio que quem escreve essas postagens ou publicam vídeos defendendo essas ideias   tem seus objetivos claros e cuidadosamente planejados. Tem um público alvo que pretende atingir: o eleitor que tem o voto de qualidade, que não barganha sua escolha e vota o mais consciente possível.   O mau político sabe que não tem o voto desse eleitor. Portanto prefere que ele vote branco ou nulo ao invés de ajudar eleger alguém que fará um trabalho diferenciado e honrará aqueles que o escolheram.   Por isso difundem na sociedade essas ide...

CORRELAÇÃO DE FORÇAS

  Sobrália MG. Opinião. Correlação de forças   Escrevi, recentemente, sobre três dimensões de nossa luta: Institucional, sindical e ideológica, destacando que as três estão intimamente ligadas.   A correlação de forças define quais os setores que serão, ou não, beneficiados nas decisões que uma sociedade assume. Em um sistema capitalista, a correlação de forças é amplamente favorável às classes dominantes. Os pobres e os trabalhadores, além de garantir todo o processo de produção sustenta o sistema econômico garantindo o acúmulo de riquezas para uma parcela minoritária da população.   Por exemplo, no Brasil os ricos pagam relativamente menos impostos que nós trabalhadores. Isto ocorre porque têm mecanismos (e amparo legal) como a isenção sobre os lucros e dividendos de suas empresas. Isso ocorre porque sempre dominaram a correlação de forças da sociedade brasileira. As chamadas bancadas BBBB (boi, bala, bíblia e bola) votam sistematicamente a favor do...

Ou a gente acaba com a proliferação de mentiras ou ela continua acabando com o Brasil.

 Ou a gente acaba com a proliferação de mentiras ou ela continua acabando com o Brasil.  Recentemente recebi, em meu Whatzapp, uma mensagem que tratava de uma chamada “bolsa ditadura ou bolsa terrorista” colocando Fernando Henrique, Lula, Dilma e outros como beneficiários dessa suposta bolsa. O que mais me indignou é saber que mentiras desse nível (https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2021/07/09/verificamos-lula-dilma-fhc-bolsa-ditadura/ ) são espalhadas por pessoas que se dizem cristãs e estão à frente de movimentos das igrejas, católicas ou evangélicas. O que mais  revolta não é a seletividade das postagens, é o mau-caratismo de quem produziu e de quem reproduz essas informações mentirosas e caluniosas, que obviamente são falsas (redundância se faz necessária).  Se alguém não sabe se o conteúdo que posta é falso ou verdadeiro pode fazer uma simples consulta na internet ou em outras fontes e verificar a autenticidade ou não da postagem que pretende reproduzir. Mas o ...

Sobre a proliferação de Fake News.

  Sobre a proliferação de Fake News.   Certa vez houve um culto, próximo aqui de casa, da Igreja Presbiteriana de Sobrália e o pastor falava em sua mensagem que a humanidade inventou nomes novos para pecados antigos. Não lembro exatamente os exemplos que ele citou, mas vou arriscar listar alguns que seguem na mesma linha de raciocínio. Assim, chamamos de relacionamento extraconjugal, o adultério. Apropriação indébita refere-se ao desvio ou roubo de recursos alheios, públicos ou privados. Perseguição política, jurídica e midiática chamamos de lawfare, e a mentira hoje recebe a “carinhosa” alcunha de Fake News. Nos últimos dias, o número de Fake News aumentou consideravelmente em nossas redes sociais. Infelizmente, parte da população só busca informações dentro das bolhas que pertencem e as mensagens de aplicativos como o WhatsApp e o Telegram têm sido, para muitos a principal fonte de acesso ao que acontece no mundo. Não é raro vermos pessoas com um considerável conhe...